Artigos

Aqui estão listados alguns artigos que escrevi.

α Artigos para a graduação

PIRES, Fernando P. Sobre a Memória. Porto Alegre, 2008. 16 f. Trabalho de conclusão de disciplina. Disponível em: <http://rabci.org/rabci/node/82>.
Resumo: Trata da memória como fenômeno construído socialmente, partindo de suas origens neurológicas. Discute a volatibilidade da memória e as diferentes técnicas de preservá-la, inclusive a motivação para tal. Ao final, apresenta uma autobiografia do autor.

PIRES, Fernando P. A Hipertextualidade do texto analógico e do texto digital. Porto Alegre, 2008. 10 f. Trabalho de conclusão de disciplina. Disponível em: <http://rabci.org/rabci/node/48>. Versão HTML disponível em: <http://tci.fernandop.info/?p=200>.
Resumo: Argumenta que a hipertextualidade é inerente às redes de transmissão de conhecimento, não exigindo a digitalidade. Os textos analógicos são hipertextu-ais por apresentarem nós que se ligar a outras fontes de conhecimento, possibilitando, também, a leitura não-linear. O hipertexto digital, contudo, é mais bem aproveitado por ser multimídia graças à convergência digital e as novas tecnologias possibilitam a citação de trechos diretamente do original através da transclusão. Os sistemas hipertextuais são passíveis de representação gráfica, como através de mapas hiperbólicos, que tentam apresentar uma infinidade de conceitos no plano.

PIRES, Fernando P. O artigo científico: características atuais e previsões para seu futuro. Porto Alegre, 2009. 13 f. Trabalho de conclusão de disciplina. Disponível em: <http://rabci.org/rabci/node/29>.
Resumo: A comunicação científica sofre mudanças e se adapta a novas tecnologias desde que foi formalizada no século XVII, data de publicação dos primeiro periódicos científicos. Os artigos científicos, partículas fundamentais para este tipo de comunicação, ainda são a forma preferencial de troca entre pesquisadores por serem ferramentas ágeis, econômicas e de fácil divulgação. Em vista disso, o comportamento de cientistas quanto a periódicos eletrônicos é bastante próximo do uso de periódicos impressos, o que resulta na subutilização das possibilidades que os meios digitais podem oferecer. Estas ferramentas são: a criação de novos métodos de avaliação por pares, como comentários abertos e públicos para cada texto; difusão automatizada de informações, como através do uso sistemático de DOIs; e a fragmentação do conteúdo, como, por exemplo, com o uso de Structured Digital Abstracts.

α Trabalhos de conclusão de curso

PIRES, Fernando P. A Digitalidade e a exclusividade digital: como as diferentes áreas do conhecimento tratam destes fenômenos? Porto Alegre, 2010. Trabalho de conclusão de curso de graduação em Biblioteconomia. Orientador: Rafael Port da Rocha. Co-orientadora: Helen Beatriz Frota Rozados. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/27833>.
Resumo: Objetiva identificar como a digitalidade e a exclusividade digital (a propriedade de não poder ser transformado em analógico sem perda de conteúdo ou de experiência ao ser utilizado ou acessado) são referenciadas em diferentes áreas do Conhecimento através de suas literaturas científicas. Adota a metodologia de Análise de Conteúdo e utiliza instrumentos de pesquisa criados com base na Lingüística Textual e na Terminologia. Chega aos resultados de que entre os textos que abordam a digitalidade, 71% trata, de fato, da exclusividade digital, e que o principal tipo de texto utilizado pelas diferentes áreas para tratar dos fenômenos pesquisados é o artigo de pesquisa original, excetuando-se a área do grupo Ciências Humanas e a Lingüística, Letras e Artes por utilizar preferencialmente textos de divulgação científica. Descobre que estes fenômenos são relacionados principalmente à metodologia de pesquisa das áreas Ciências Agrárias e Ciências Ambientais, enquanto estão relacionados principalmente a documentos digitais e sua preservação e a fenômenos sociais, como a pirataria, comunicação mediada por computadores e o e-business, nas áreas Ciências Sociais Aplicadas, na área do grupo Ciências Exatas e da Terra e as Engenharias e no grupo da área Ciências Humanas e a Lingüística, Letras e Artes. Identifica também que textos que abordam a digitalidade e a exclusividade digital vêm aumentando em quantidade principalmente desde 2006, especialmente nas áreas Ciências Sociais Aplicadas e na Ciências Humanas e a Lingüística, Letras e Artes e as referências aos fenômenos aparecem principalmente no corpo dos textos analisados em todas as áreas do conhecimento. Conclui que os fenômenos digitais e exclusivamente digitais são reconhecidos por todas as áreas do conhecimento, apesar de serem abordados com vieses e intenções diferentes. Esta distinção ocorre principalmente entre as áreas Ciências Agrárias, Ciências Ambientais e Ciências Biológicas, por abordarem os fenômenos digitais e exclusivamente digitais relacionados à metodologia de pesquisa das áreas, e entre as Ciências Sociais Aplicadas, o grupo Ciências Exatas e da Terra e as Engenharias e o grupo Ciências Humanas e a Lingüística, Letras e artes, por abordarem os fenômenos relacionados a documentos digitais e a pirataria, comunicação mediada por computadores e o e-business.

2 comments

  1. Muito interessante o seu artigo sobre a gestão duma Biblioteca Universitária. Tb trabalho numa universitária. Qual o software de gestão documental que utilizam?

    Cumprimentos,
    Susana Vilar.

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