O Cartão da biblioteca: novas funções das bibliotecas públicas

No ensejo da Agenda 2030 da ONU, traduzo uma reportagem publicada originalmente na edição de março da The Atlantic impressa e online em fevereiro de 2016. O texto reflete um trecho da viagem da autora, Deborah Fallows, pelos Estados Unidos e das novas funções das bibliotecas públicas que ela encontrou por lá. Continue reading “O Cartão da biblioteca: novas funções das bibliotecas públicas”

Após 15 anos

Wayne Bivens-Tatum é o bibliotecário de Filosofia e Religião da Princeton University — e também escritor em blog. Recentemente publicou um texto sobre seus quinze anos como bibliotecário, fazendo ponderações bastante interessantes, especialmente sobre carreira profissional e satisfação pessoal, responsabilidade pelas suas próprias escolhas e a dependência de algo “inato” para se sentir valorizado, o desapego não apenas material, mas ideológico, do “querer crescer” na carreira e qual objetivo que resta quando se é desapegado… E, não abordado diretamente no texto, mas que julgo ser de grande relevância: como optar pelo desapego em uma área que está (há tempos) em extinção? Continue reading “Após 15 anos”

Onde errei

Este é um texto cuja tradução foi gentilmente permitida pela equipe editorial da O’Reilly. A O’Reilly Media, para quem não sabe, é uma grande editora de livros técnicos sobre informática (eles que editam a série do bichos). Ela começou pequena, conforme é descrita pelo próprio Tim O’Reilly, e alcançou um tamanho estrondoso. Contudo, este texto não fala sobre os acertos do gestor, ao menos não diretamente. A seguir, são destacados justamente os pontos onde ele julga ter cometido enganos, ou momento em que poderia ter agido de forma diferente. Continue reading “Onde errei”

Como não escrever sobre bibliotecas: diretrizes para repórteres e jornalistas (e para quem não conhece muito o assunto)

Estou um pouco afastado do blog, mas traduzo abaixo um texto publicado por Jessamyn West, do librarian.net. Ele foi adaptado por mim e publicado com autorização da autora. Fiz alguns ajustes para adaptar a realidade dos EUA à do Brasil (especialmente quanto à formação acadêmica dos bibliotecários, além de tentar achar links interessantes como a autora fez no original) da melhor forma que pude. Perdoem quaisquer erros e, por favor, ajudem-me a corrigi-los! Continue reading “Como não escrever sobre bibliotecas: diretrizes para repórteres e jornalistas (e para quem não conhece muito o assunto)”