Trabalhando em uma biblioteca universitária: documentos gerenciais

A instituição na qual eu trabalho tem um objetivo muito bem definido: crescer. Contudo, e acredito que aconteça em todas as organizações, o que se nota é que esse crescimento constante, apesar de positivo e necessário, pode gerar um sistema de gestão baseado em “incêndios”: os gestores estão constantemente com uma lista de urgências, carinhosamente chamadas de “incêndios”. E há incêndios mais importantes que outros, e a existência de incêndios demais não significa que novos incêndios não surgirão. Essa gestão por demandas, como deve soar para o leitor, não é a ideal. Há dificuldade dos gestores em expandir a visão dos subordinados para o fato de que o setor, ou de que determinadas tarefas, estão inseridas em um contexto (tanto local, quanto regional, quiçá global), há dificuldades em planejar os trabalhos com eficiência, pois sabemos que durante o processo de organização haverá (ou já sabemos que já há) um incêndio a apagar e que, oh!, precisaremos deslocar nossos recursos para apagá-lo (e precisaremos parar o planejamento). Continue reading “Trabalhando em uma biblioteca universitária: documentos gerenciais”